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Edição Mais Mais Mais

Poderíamos escrever uma grande introdução sobre a entrevista a seguir. Mas, Márcia Goldschmidt dispensa apresentações.

O que hoje conhecemos como empoderamento feminino, a apresentadora e escritora já fazia há muitos anos atrás. Seja nos seus programas de TV ou pelo seu jeito autêntico. Afinal, como ela mesma diz: “O meu lema é vencer ou vencer.

Hoje, morando em Portugal, dentre os destaques, tem arrasado nas redes sociais, conquistando a cada dia que passa, um público ainda mais cativo. Em seu Instagram, por exemplo, conta com 183 mil seguidores. E estes números não param de crescer.

Leia a entrevista completa.

Por Marcelo Bragança

Márcia, você é super empoderada e sempre tem opiniões bem fundamentadas! Quais são as bandeiras que você defende?

Defendo o humanismo, o direito de ser e deixar ser.

Você mora em Algarve desde 2011 com o seu esposo Nuno Rêgo e suas filhas gêmeas Yanne e Victória. Sente saudades do Brasil? Porquê decidiu ir para Portugal?

Vim para Portugal em busca de viver mais para mim mesma. Sinto saudades de meus amigos no Brasil, sem dúvida. Mas agora minha vida está centrada aqui.

Em 1994, você teve o James Marcelino e aos 50 anos, ficou grávida novamente. Os anseios de uma mulher que gera não só uma, mas duas crianças, são muito diferentes de quando é gestante mais jovem? como foi este processo para você?

São fases diferentes – Quando engravidei das gêmeas, não esperava por isso. Mas também estava mais amadurecida e tranquila.

Além de tê-las prematuras, Yanne passou por um transplante quando bebê e precisa de cuidados especiais. Ela ficou entre a vida e a morte e é uma verdadeira heroína! No que você deve a recuperação da pequena? Você é uma mulher de fé?

Sou uma mulher de muita fé e guerreira. Claro que ela se curou porque Deus permitiu, mas também tive uma boa parcela nisso – me dedicando integralmente, 1000%, a salvá-la. Apesar das chances mínimas, nunca desisti.  Meu lema é vencer ou vencer!

Dentre os destaques, você escreveu o “Problema é Você”, um livro e e-book que tem como chamada de capa “Como passar de vítima a autor de sua história”. Acredita que, em meio à pandemia atual, as pessoas estão desmotivadas a acreditar no potencial delas de se transformarem, ou como diz o ditado “fazerem do limão uma limonada?”.

Não acho q as pessoas estão desmotivadas. Acho que estamos todos perdidos sem saber o que vem por ai. É um momento único para a humanidade que ninguém jamais sonhou viver

Márcia, nós da Mais Mais Mais vimos alguns dos seus vídeos do IGTV. Você tem feito um trabalho super bacana nas redes sociais! É claro que é muito diferente de fazer televisão. Mas, como classifica esta atual fase para você? Tem sido desafiadora? Diverte-se muito com as entrevistas que faz com os convidados?

Obrigada! Estou em um mundo novo. Porém, a cada dia aprendo um pouquinho. Tudo é muito rápido na internet. Estou gostando bastante! O trabalho tem tido êxito e tenho feito entrevistas muito bacanas!

Eu comecei a fazer TV na Internet – muito antes dessa enxurrada de lives para passar o tempo. Me sinto pioneira! E, esse final de semana, inaugurei um formato de debates ao vivo no Youtube. Dei mais um passo! Gosto de inovar, criar. Detesto mesmice! Meu alcance diário é de mais de 1 milhão!

Como é receber o carinho dos fãs através dos comentários? Você também tem um público bem presente formado por portugueses?

Os comentários estão hilários, de pessoas me descobrindo a cada dia neste mundo novo!

Está sempre super bonita! Quais são os seus conselhos de beleza para as nossas leitoras?

As pessoas têm dito que estou muito bem para os meus 57 anos. Eu fico feliz, claro, e quero que isso sirva de exemplo para as mulheres entenderem que elas são aquilo que desejarem quando quiserem!

Qual o conselho que você daria hoje para a Márcia, de 9 anos, que trabalhava como babá?

Não há limites quando, de fato, queremos alguma coisa. NO meu trabalho hoje e sempre procuro chamar as pessoas para o poder que existe em cada um de nós. Essa coisa de ” empoderamento ” que tanto falam hoje sempre foi meu discurso, sem rótulo.  Você é exatamente aquilo que decide ser. Muito obrigada!