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saúde

Mais dois estados confirmaram casos de murcomicose, ou como é popularmente conhecida, “fungo negro”. Pernambuco e Rio Grande do Norte detectaram um caso cada um em pacientes que tiveram Covid-19. Veio da Índia o alerta para a propagação da infecção, após o país registrar milhares de casos em pico epidêmico em que foi infectado pelo corona vírus. No Brasil já são 29 casos, sendo que São Paulo foi o primeiro Estado a confirmar a doença em um paciente internado.

O fungo acomete, preferencialmente, pessoas com imunidade baixa, como pacientes oncológicos, com HIV, doentes crônicos e usuários de drogas imunossupressoras. “O nome, “ fungo negro” se dá pela apresentação clínica, é disseminada pelo ar e acomete a região naso/frontal e orbita dos olhos, podendo levar a sintomas parecidos com sinusite e, após a disseminação leva a uma lesão tecidual necrótica, saí o nome”, explica o médico Infectologista e diretor do Hospital Santa Ana, Dr. Paulo Rezende.

Apesar da gravidade, o médico indica que não há motivos para pânico e que uma epidemia do fungo é pouco provável. “Não é endêmico no Brasil e pouco preocupante até o momento”.